Página oficial da obra

A Bastilha
de Bolsonier

Série dramática brasileira. Uma corte ficcional onde poder, herança, desejo e ruína se entrelaçam em intriga política de câmara.

A Bastilha de Bolsonier — Poster oficial da série dramática brasileira
Bolsonier Studios — 2026
Sinopse oficial

Na Bastilha de Bolsonier, o poder não se proclama. Administra-se.

Entre alianças frágeis, silêncios calculados e vínculos corroídos pela ambição, cada gesto possui valor de ameaça e cada ausência pode adquirir peso de sentença. A série acompanha a dinâmica interna de uma corte ficcional brasileira, onde a luta pelo poder se trava não em batalhas abertas, mas em conversas privadas, reposicionamentos sutis e disputas pela versão legítima dos fatos.

Uma obra de dramaturgia aristocrática, intriga política e estética cinematográfica, criada por André Luiz de Almeida e produzida por Bolsonier Studios.

Ficha da obra
Título oficial
A Bastilha de Bolsonier
Formato
Websérie / Série dramática
Criador
André Luiz de Almeida
Estúdio
Bolsonier Studios
País
Brasil
Idioma
Português
Ano
2026
Gênero
Drama político, intriga aristocrática
Elenco central

Personagens da obra

Jairene de Bolsonier — personagem de A Bastilha de Bolsonier
Casa Bolsonier

Jairene de Bolsonier

Soberana da Bastilha

Governa por presença, cálculo e autoridade de linhagem.

Luísa Ignácia de Silvene — personagem de A Bastilha de Bolsonier
Casa Silvene

Luísa Ignácia de Silvene

Inteligência contida da corte

Figura de inteligência contida e observação rigorosa, habituada a ler o desvio antes que ele se converta em escândalo.

Alexandra de Moraes y Valença — personagem de A Bastilha de Bolsonier
Tribunal da Corte

Alexandra de Moraes y Valença

Presença jurídica e glacial

Cercada de conveniência, disciplina e ambiguidade estratégica.

Don Trumpetti Vittorio — personagem de A Bastilha de Bolsonier
Aliança Externa

Don Trumpetti Vittorio

Nome de peso e vaidade

Oscilando entre prestígio remanescente, decadência íntima e vulnerabilidade pública.

Nicolau de Hylteon — personagem de A Bastilha de Bolsonier
Casa Hylteon

Nicolau de Hylteon

O desterrado

Aquele cuja simples reentrada na casa restitui à corte aquilo que ela mais teme: memória.

Nicoletty Vittoria Trumpetti di Bolsonier — personagem de A Bastilha de Bolsonier
Casa Bolsonier / Aliança Trumpetti

Nicoletty Vittoria Trumpetti di Bolsonier

Figura de identidade delicadamente incendiária

Associada à linhagem, ao escândalo e à instabilidade dos vínculos.

Érienne de Hylteon — personagem de A Bastilha de Bolsonier
Casa Hylteon

Érienne de Hylteon

Presença de delicadeza tensa

Ligada às correntes invisíveis que movem o destino da casa sem jamais se anunciar por inteiro.

Domitila Rousselle Alcântara de Hylteon — personagem de A Bastilha de Bolsonier
Casa Hylteon

Domitila Rousselle Alcântara de Hylteon

Nome de gravidade ancestral

Em cuja compostura sobrevivem tradição, vigilância e memória de sangue.

Estrutura narrativa

Atos da série

A Bastilha de Bolsonier é composta por 9 atos, cada um correspondendo a uma fase distinta da queda e reconfiguração do poder na corte.

Ato I — A chegada da corte — Ato I de A Bastilha de Bolsonier
Ato I

Ato I — A chegada da corte

A Bastilha se apresenta. A soberana recebe. A corte observa. Ninguém é inocente.

Ato II — O protocolo da ausência — Ato II de A Bastilha de Bolsonier
Ato II

Ato II — O protocolo da ausência

O silêncio começa a custar mais do que a palavra. Alianças se formam sem declaração.

Ato III — A liturgia do salão — Ato III de A Bastilha de Bolsonier
Ato III

Ato III — A liturgia do salão

Nicolau retorna. A corte finge indiferença. A soberana não consegue.

Ato IV — A aliança provisória — Ato IV de A Bastilha de Bolsonier
Ato IV

Ato IV — A aliança provisória

Alexandra impõe sua leitura dos fatos. Ninguém ousa contradizê-la diretamente.

Ato V — O rumor como arma — Ato V de A Bastilha de Bolsonier
Ato V

Ato V — O rumor como arma

Trumpetti chega. A corte sorri. Bastidores fervem.

Ato VI — A cena que não estava no roteiro — Ato VI de A Bastilha de Bolsonier
Ato VI

Ato VI — A cena que não estava no roteiro

Érienne move peças que ninguém vê. O equilíbrio começa a ceder.

Ato IX — O rumor entra pela escada — Ato IX de A Bastilha de Bolsonier
Ato IX

Ato IX — O rumor entra pela escada

Uma entrada muda o ar da sala. O que parecia protocolo passa a soar como ameaça velada.

Ato VIII — A lei do salão — Ato VIII de A Bastilha de Bolsonier
Ato VIII

Ato VIII — A lei do salão

Há uma lei não escrita na Bastilha: quem precisa afirmar sua posição, já a perdeu.

Ato VII — O peso do silêncio — Ato VII de A Bastilha de Bolsonier
Ato VII

Ato VII — O peso do silêncio

O silêncio de Jairene pesa mais que qualquer decreto. A corte interpreta. Ninguém ousa perguntar.

Universo narrativo

Uma corte que opera por lógica própria

A Bastilha de Bolsonier não é uma alegoria direta nem uma sátira convencional. É uma obra de dramaturgia de câmara situada em uma corte ficcional brasileira, onde as regras do poder são ao mesmo tempo reconhecíveis e radicalmente estilizadas.

A estética aristocrática e cinematográfica da obra não é ornamento, mas linguagem. Cada escolha visual, cada título de personagem, cada nome de lugar carrega peso semântico e contribui para a construção de um universo coerente e autoral.

O universo da Bastilha se expande progressivamente: personagens ganham profundidade ao longo dos atos, alianças se formam e se desfazem, e o espectador é convidado a participar da leitura da corte através do Salão dos Rumores.